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Butão: a terra da felicidade

Aqui, a felicidade tem valor oficial. O país adota um índice próprio para medi-la, com critérios que vão do tempo livre ao cuidado com a natureza. Os costumes locais surpreendem, mas funcionam com harmonia, e todos seguem as regras. Uma viagem para quem gosta de observar de perto culturas que realmente vivem o que acreditam.

Fascinante. Essa é a palavra que melhor descreve o Reino do Butão, pequeno país no sul da Ásia, bem aos pés da Cordilheira do Himalaia. Com uma beleza de tirar o fôlego, o chamado “País da Felicidade” guarda experiências e ensinamentos valiosos.

Butão é um país essencialmente budista, onde a poligamia e a homossexualidade são aceitos com normalidade. Além disso, a maconha é facilmente encontrada em diversos pontos do país. Porém, os butaneses são proibidos de fazer uso dela ou de qualquer outro fumo. A única utilização permitida para a maconha é em animais para ficarem mais calmos. E por incrível que pareça, todos obedecem a essa regra. A pena para quem infrigir a lei é prisão de 3 anos.

A verdade é que, uma viagem a Butão é uma aventura para nós, ocidentais. Isso porque oferece inúmeros desafios: desde a chegada ao país até os costumes e crenças, que seguem uma lógica bem diferente da nossa.

Foto: Vassil

Mas, porque afinal, o Butão é considerado o “País da Felicidade”? Porque o rei do país, Jigme Khesar Wangchuk coloca a felicidade do povo butanês em primeiro lugar, acima até mesmo do PIB do país. Existe o Ministério da Felicidade e o índice de Felicidade Interna Bruta, que é medida por diversos critérios pré-estabelecidos. E parece que a filosofia do rei funciona. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Leicester, do Reino Unido, o Butão está entre os dez países mais felizes do mundo.